Be inspired by a new color.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

Charles Chaplin

terça-feira, 30 de março de 2010

A quem puder, improvavelmente, interessar.


Não cabe a ninguém ler, ou muito menos se interessar por esse... Ér... texto, até porque sei que muito dos meus possíveis leitores são seres desiludidos com o amor e de modo algum pretendo reverter isso, mas acho que uma gotinha de esperança vinda de uma pessoa próxima não faz mal a ninguém. Pois bem, não “dedico” esse texto a ninguém, porque ele não é dedicável, digo que é para o Max, Max Macedo Cavalcante, amor, namorado e amigo.

Hoje não sonhei contigo, apesar de muito ter ansiado; hoje não passei o devido tempo com você, apesar de ter te visto e poder ter ficado a seu lado; hoje não consegui te dar o mundo, porque ele simplesmente não me pertence, mas se pertencesse, acredite, eu te daria. Porém, apesar de hoje não ter ficado por tempo indeterminável nos seus braços em meio aos seus carinhos, hoje eu disse coisas que nunca tinha dito e senti coisas que nunca tinha sentido... Senti medo e você não sabe, no fim das contas, o quanto isso me assusta, tenho medo de muitas coisas, mas não esse medo que sinto agora, não cabe aqui explicar do que se trata, já que você bem sabe, mas digo que é algo bem diferente pra alguém que já tem alguma experiência no assunto e pra quem tem essa mesma experiência, o que eu disse pela primeira vez, também me causou um impacto tremendo, afinal, eu sou a filha da cautela e da racionalidade, normalmente não digo coisas românticas espontaneamente, por um medo que (este sim) é inerente a mim, está cravado em mim, não saberia explicar ao certo o que é, acho que tenho medo de um compromisso com o qual não poderei honrar, mas me sinto diferente, eu quero me arriscar e dizer coisas que nunca diria, quero parar de pensar um pouquinho e ser espontânea, trazer aquele sorriso e olhar de surpresa que muita gente desconhece, quero ver aquele jeitinho de quem vai “derreter”, porque simplesmente é bom demais, essa sensação é muito boa. Já não sei o que disse nas primeiras linhas, mas do que interessa se estou sendo espontânea, levada apenas pela inspiração que você me provoca? Sabe meu amor, a ti dedico meus mais belos sorrisos, mas essa carta é simplesmente pra você e mais ninguém, a demonstração pública de afeto (de amor) que você disse que te faz tão bem. Não sei mais ao certo ao que dizer, mas sei o que quero... quero poder te surpreender com coisinhas desse tipo, porque você me surpreende com tudo, seus esforços pra me ver, seus cartões fora de data e até com a frutella surpresa que você me compra, tudo me encanta e quero ter esse poder, de encantar, comigo também. Além disso, quero tua paciência, porque eu não mudaria por você, se não não seria eu, mas eu me adaptaria a tudo que fosse possível pra gente ser mais feliz e por fim, sem mais delongas, quero nosso futuro e pensando bem, não quero nosso futuro pra amanhã, quero que nosso futuro delongue, que ele se atrase e não chegue tão cedo, quero que nossa vida seja feita de hojes baseados em amanhãs, ah, não sei mais, te quero e pronto. E sinto que é isso por hoje.



A ti dedico meus sorrisos, meu amor.



E para vocês, que por algum motivo superior terminaram de ler isso aqui, digo apenas... Sejam inspirados por novas cores.

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